Dicas de Viagens


02/08/2010


Gol diz que atraso é reflexo do intenso tráfego aéreo; 53% dos voos são afetados

A Gol informou na tarde desta segunda-feira que os atrasos que afetam grande parte dos voos domésticos programados pela empresa são reflexo do intenso tráfego aéreo registrado na última sexta-feira (30).

Avião faz pouso forçado no interior de SP
Cancelamento e atrasos de voos causam tumulto no Galeão

Às 13h, a Infraero (estatal que administra os aeroportos do país) registrava atrasos em 53,1% dos 403 voos programados pela companhia. Apesar disso, no aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, o movimento já era calmo, após tumulto registrado no período da manhã.

De acordo com nota divulgada pela empresa, a grande quantidade de voos no último dia 30 fizeram com que "algumas tripulações atingiram o limite de horas de jornada de trabalho previsto na regulamentação da profissão e foram impossibilitadas de seguir viagem, gerando um efeito em cadeia". A Gol destacou ainda que o problema ocorreu num fim de semana de pico de movimento, devido ao retorno das férias.

A companhia afirmou ainda que já acionou tripulantes extras e destacou equipes de monitoramento nos aeroportos na tentativa de solucionar o problema de atrasos. A Gol afirma está prestando atendimento e toda a assistência necessária aos passageiros, conforme determina a legislação estipulada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Apesar disso, a Infraero afirmou que passageiros irritados com a demora provocaram um princípio de tumulto na área de embarque do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, no fim da manhã. Já na madrugada, centenas de passageiros já tinham protestado contra cancelamentos e atrasos no aeroporto internacional Tom Jobim (Galeão), na zona norte do Rio.

Funcionários da companhia no aeroporto de Congonhas, que não quiseram se identificar, informaram ainda que está sendo discutido pela categoria uma possível paralisação de atividades para o próximo dia 13. Eles pedem reajuste salarial.

PASSAGEIROS

Um grupo vindo de Salvador (BA) desembarcou na manhã de hoje em Congonhas e afirmou que só conseguiu embarcar para a capital paulista mais de quatro horas depois do horário previsto. 'É extremamente desagradável esse atraso', afirmou o administrador Marcus Rêgo, que reclamou ainda da falta de informação.

Também em Congonhas, Eládio Melo aguardava, por volta das 12h30, informações sobre o voo que pegaria para o aeroporto Santos Dumont, no Rio. A aeronave deveria ter decolado às 10h10. 'Nós só queremos alguém para explicar o que está acontecendo', afirmou ele.

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informou ainda que está acompanhando os atrasos registrados pela companhia e conferindo se as novas regras estão sendo cumpridas. Por volta das 12h30, agentes do Procon chegaram ao aeroporto de Congonhas para fazer fiscalização.

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Escrito por Ana Paula Ippolito às 14h29
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29/07/2010


O preço que aparece em folhetos de agências, anúncios e reportagens é tudo o que vou gastar na viagem?
Não. Você terá de desembolsar dinheiro com outros itens não incluídos no pacote, como taxas de embarque, documentos e telefonemas. Até refeições e ingressos podem ser cobrados à parte.
 
Essas regras também valem para as viagens de navio?
Sim. Os cruzeiros têm taxas portuárias que não estão contabilizadas no preço da viagem e, dependendo da embarcação, também é cobrada taxa de serviço. Em geral, todas as refeições estão incluídas; as bebidas, apenas no sistema all-inclusive. Detalhe importante: a moeda corrente nos navios é o dólar, mesmo nos cruzeiros pela costa brasileira. Você não precisa levar dinheiro americano em espécie, basta o cartão de crédito.
 
No momento da compra, pode acontecer de o valor do pacote ser maior do que aquele anunciado?
Sim. Nem sempre as operadoras e agências conseguem garantir a importância divulgada. O motivo é que as vagas são limitadas nos voos com tarifas mais baixas. Por isso, há uma frase, quase sempre em letras miúdas, do tipo: “Os preços podem ser alterados sem aviso prévio”.
 
O que fazer se a operadora mudar a data do voo?
O passageiro pode aceitar a modificação, mas não é obrigado. Se achar melhor, ele tem o direito de desistir da viagem e receber seu dinheiro de volta.
 
É comum ter de pagar uma parte do pacote no ato da reserva?
Sim. A operadora pode cobrar um sinal do cliente para garantir a reserva.
 
Como calculo quanto vai me custar em real um pacote com preço em dólar?
O preço em real depende do câmbio da operadora no ato do pagamento. A maioria tem essa informação em seu site.
 
Como saber se são exigidos visto ou certificado de vacinação contra febre amarela no país para onde vou?
A operadora tem obrigação de avisá-lo. Porém, o procedimento mais seguro é certificar-se de tudo com o consulado do país em questão.
 
A agência deve arcar com meu prejuízo se, apesar de ter toda a documentação exigida, eu não obtiver permissão para entrar no país ou for deportado?
Não. Trata-se de uma decisão tomada por um governo estrangeiro, sobre a qual a agência não tem realmente nenhuma responsabilidade.
 
Caso eu precise cancelar a viagem na véspera do embarque, posso reaver meu dinheiro?
Cada operadora tem sua política de cancelamento. Via de regra, você tem o direito de receber de volta parte do dinheiro – nunca o valor integral.
 
O que me garante que o hotel ou qualquer outro prestador de serviços vai ter a reserva?
A agência deve fornecer um documento chamado voucher e você vai apresentá-lo ao fazer o check-in no hotel, ao embarcar no navio ou na hora de fazer um passeio. No caso de vôos, seu documento é a passagem aérea. Quando se trata de e-ticket, a agência apenas fornece um código.
 
Cheguei ao hotel com o voucher em mãos e não há reserva em meu nome. De quem é a culpa?
Da agência, que deveria ter confirmado sua reserva. Nesse caso, ela deve arcar com o prejuízo por haver quebrado o contrato.
 
Os navios de cruzeiro podem mudar os roteiros já programados durante a navegação?
Sim, mas apenas se condições climáticas adversas oferecerem riscos à segurança dos passageiros. Alterações de roteiro em função do clima também podem acontecer em viagens por terra.
 
Se, por atraso, eu perder o voo, posso exigir alguma compensação?
Não. Os passageiros têm obrigação de cumprir os horários estabelecidos no programa. Se você perder a viagem em razão de seu atraso, a culpa não é da agência.
 
Se o voo atrasar ou for cancelado, posso responsabilizar a operadora?
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, ela é responsável solidária pelo ocorrido e tem obrigação de cumprir o contrato. Segundo Claudio Candiota Filho, presidente da Associação Nacional em Defesa dos Direitos do Passageiro (Andep), o viajante pode mover uma ação contra a operadora, a companhia aérea ou o governo federal (caso o motivo do atraso sejam os controladores de vôo).
 
Existe a possibilidade de o roteiro prever um hotel e eu acabar hospedado em outro?
Sim. Muitos roteiros, folhetos e anúncios trazem o termo “ou similares” ao lado do nome do hotel. Nem sempre as operadoras podem assegurar vagas no hotel escolhido pelo passageiro, no período em que ele vai viajar. Mas você precisa ser avisado antes do embarque.
 
Pode acontecer o mesmo num pacote para um resort?
Daí a coisa muda, pois os resorts costumam ser a própria razão da viagem. Caso não haja vaga, a agência deve avisá-lo. A você cabe decidir se prefere mudar a data da viagem ou escolher outro resort.
 
Se eu não gostar do hotel, posso exigir troca?
Depende. Você tem o direito de escolher outro se apresentar razões objetivas, como reforma barulhenta ou o fato de ter sido encaminhado a um hotel diferente e abaixo do nível do prometido. “As pessoas têm o direito de entrar em contato com a agência e explicar por que estão pedindo a mudança”, diz Leonel Rossi, diretor da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav). “A gente troca, desde que seja possível e a questão não seja subjetiva. Às vezes o lugar é bom, mas o hóspede reclama da decoração do quarto.”

Escrito por Ana Paula Ippolito às 16h35
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28/07/2010


No friozinho da Serra da Mantiqueira, Monte Verde tem natureza exuberante, passeios legais e pousadas com clima de lua de mel

Por: Fernando Souza | Foto: Alexandre Battibugli

Publicado em 06/2010

 

Poucos destinos de inverno são tão associados a romance quanto Monte Verde, famoso distrito de Camanducaia, no sul de Minas, a 167 quilômetros de São Paulo. Encravada na Serra da Mantiqueira a quase 1 600 metros de altitude, a vila não tem a opulência de Campos do Jordão nem a gastronomia estrelada de Visconde de Mauá. À primeira vista, a localidade resume-se a uma estreita avenida cheia de bares, restaurantes e lojas de malhas, chocolates e congêneres serranos. Dessa via principal, porém, parte um emaranhado de ruas de terra cercadas de araucárias, vales e mirantes – cenários que podem ser apreciados em trilhas pela mata, nos passeios de quadriciclo ou de dentro das próprias pousadas, sob o edredom, bem agarradinhos, com a lenha crepitando na lareira e a taça de vinho descansando no criado-mudo.
Pousada romântica, aliás, é o que não falta em Monte Verde. Inaugurada em abril passado, a Bucaneve tem quartos com bom enxoval, LCD, DVD e hidromassagem dupla. Na Estalagem Wiesbaden, há chalés com hidro, ofurô e até minipiscina. Como os donos moram ali, espere por mimos e caprichos no atendimento. Horsconcours da região, as acomodações do Kuriuwa esbanjam ao menos 63 metros quadrados de área. Na Nico on the Hill, é a simpatia do casal Nico e Beatriz Pereira que faz a diferença. Os turismólogos Leonardo Barros e Tamara Melo saíram de São Paulo para comemorar o aniversário de 1 ano de casamento na Pousada Ahavanoah, aberta em 2009. “Tem até frigobar vintage”, diz Tamara. Para completar o pacote lua-de-mel-sem-fim, quase todas as pousadas do distrito contam com lareira nas acomodações, vista generosa para o verde e um silêncio de sonho, desafiando os casais a sair da cama.

Se há muito a fazer edredom abaixo, há ainda mais montanhas acima. Da Praça da Árvore, no centrinho, parte uma rua de terra ruim que leva a diversos mirantes no alto da serra. Estacione o carro no final da via, a 3,5 quilômetros da vila, e siga a pé pelo caminho sinalizado para as pedras Partida e Redonda. Cinco minutos depois, entre à esquerda numa trilha estreita, em meio à mata densa, sob o frescor dos quase 2 mil metros de altitude. A subida de terra batida coberta de folhas secas dura menos de 20 minutos. Ao avistar uma enorme laje rochosa a céu aberto, você terá chegado à Pedra Redonda, que escancara 360 graus de montanhas ondulantes no coração da Serra da Mantiqueira.

Outro programa clássico do distrito são os passeios de quadriciclo guiados. O roteiro de uma hora percorre ruas sem pavimento e cercadas de muito verde, algumas com vista privilegiada para a vila comercial, e culmina no aeroporto. Daquela pista de terra partem voos panorâmicos em avião monomotor para toda a Mantiqueira. No mais, Monte Verde é um playground para ecoturistas: há trekking até o Pico do Selado, a 2 083 metros de altitude; o arvorismo do Espaço Adélia, montado numa área repleta de araucárias; os passeios de jipe; e a grande novidade da temporada, a Mega Tirolesa.

Dono de uma fazenda de 100 alqueires, Robert Hamacher vislumbrou no vale forrado de eucaliptos uma atividade que combinasse adrenalina com a vista espetacular do desfiladeiro. O condutor Pezão é quem instiga os visitantes: “Vamos voar?”, repete ele. Não é força de expressão. Pendurado em dois cabos de aço, o praticante desliza por 450 metros, a quase 50 quilômetros por hora, até o outro lado do vale, com as pernas balançando 65 metros acima dos pinheiros. Na falta de um cliente para me encorajar, Pezão coloca o equipamento em Letícia, a filha de 10 anos de Hamacher, que desce a longa barriga de cabos assobiando. Sem escusas, lá vou eu. Logo após a saída, o raso barranco sob os meus pés desaparece entre uma fi leira de árvores, dando lugar a um vazio alucinante. Outra tirolesa faz o percurso de volta, numa travessia ainda mais alta (75 metros) e comprida (475 metros) – e, o que é melhor, sem a paúra da ida.

Além dos casais e ecoturistas, muitas famílias sobem a serra para curtir o clima e as atrações de Monte Verde. Na casa alpina onde o hospitaleiro casal Donatila e Arnis Luca vende geleias, há um jardim cheio de bem-te-vis, beija-fl ores, melros e canários-da-terra. O esquilo Tiquinho, outro desinibido morador local, apanha castanhas nas mãos das crianças. Para a molecada que quer fazer programa de adulto, a Monte Moto tem uma pista de quadriciclo particular, minimizando os riscos de acidentes. Há ainda um rinque de patinação no gelo no fim da avenida principal, muito concorrido nos fins de tarde. Entre os hotéis, o Cabeça de Boi tem tradição na recreação infantil, mas fica devendo na conservação dos quartos.

Termômetro do movimento turístico, a Avenida Monte Verde concentra quase todo o comércio local. Sem grandes predicados gourmet, os restaurantes têm uma atmosfera datada, em que músicas românticas das décadas de 1970 a 90, como Every Time You Go Away, de Paul Young, fazem Coldplay parecer uma banda indie. Para não correr perigos gastronômicos, peça truta no almoço, ingrediente farto e criado na região, e fondue no jantar. Nos bares, os luminosos das cervejas de trigo alemãs refl etem a boa oferta dessa bebida nas cartas. Tal modismo ajudou o distrito a inaugurar o Chopp do Fritz, misto de choperia e microcervejaria que promove visitas à fábrica. O chope? Não é lá um Baden Baden, mas tem a água, o frescor e a autenticidade de Monte Verde.

 

Escrito por Ana Paula Ippolito às 12h22
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27/07/2010


ALGUMAS DICAS!!!!

Existem regras de bons modos num avião?
1) Deixe o banheiro limpo
2) Não fale em voz alta
3) Apague a luz de leitura à noite
4) Antes de abaixar o encosto, veja se não incomodará a pessoa de trás
5) Tome cuidado para não bater a bagagem em quem está sentado
6) Não leve travesseiros e mantas
7) Comissário não é barman! Tente poupar a tripulação, mesmo que você seja um ilustre personagem da primeira classe. Os comissários não estão lá para resolver problemas de insônia, dor nas costas ou falta de ombro amigo
8) Nem pense em abrir o bagageiro no meio da noite para conferir as compras. Equivale a fazer arrumação no armário no meio da noite enquanto o companheiro tenta dormir
9) Maneire na birita! – Bêbados costumam ser chatos em qualquer circunstância. Num avião, tornam-se insuportáveis. Já é norma fazer os exagerados descer na primeira escala

Como se portar num hotel?
1) Mantenha o quarto em ordem
2) Não faça barulho nos corredores
3) Não leve para casa objetos como cinzeiros e toalhas
4) Verifique se precisará usar gravata no jantar
5) Não pegue mais de um prato de uma vez durante as refeições
6) Não dê mergulhos ruidosos na piscina
7) Vá procurar sua turma!  Não há motivo para cultivar uma intimidade excessiva com porteiros, camareiras e garçons. A maioria não gosta muito dessas intimidades
8) Fale com o dono do circo:  aprenda a reclamar para a pessoa certa: não adianta falar da limpeza do quarto com a camareira; há um responsável por isso acima dela. O mesmo se aplica ao pessoal do restaurante e recepção
9) Fique fora da presepada: Lobby de hotel não é estação de trem: você pode marcar encontros, ler seu jornal e tomar café enquanto espera. Mas, montar acampamento, divertir-se com a turma ou ficar falando alto ali está fora de cogitação. Nas áreas de uso comum, discrição é a palavra-chave

Cumprimentar é permitido?
No Brasil, apertos de mão, abraços e até mesmo beijos em mulheres são aceitáveis. Mas, fora daqui, esqueça a mão no ombro, os sorrisos insistentes e intimidades em geral. Beijinhos, então, são impensáveis. O melhor é inclinar o corpo para a frente e esperar o aperto de mão: o anfitrião sinalizará.
 
O que é legal numa viagem executiva?
1) Não toque no interlocutor
2) Não pergunte sobre a vida pessoal dele nem fale sobre a sua
3) Ceda sempre a passagem
4) Não fofoque sobre os colegas
5) Cuidado com a bebida (existe gafe pior do que ficar bêbado?)
6) Seja pontual
7) Dê gorjetas
8) Ouça duas vezes mais do que fala
 
Preciso ser formal num navio?
Antes de embarcar, saiba o que levar para a programação noturna: noites de gala pedem smoking e vestido longo; noites formais, terno e gravata; informais, blazer. Nos navios de alto luxo, há os três tipos de noite. Nos de luxo, elas podem ser formais e informais, mas bermudas são vetadas. Já os casuais não exigem formalidades.
 
Em casa alheia, como me portar?
Cuidado: a relação entre anfitrião e visitante que chega de mala e cuia é sempre delicada. Bastam alguns passos em falso e você, que foi tão bem recebido ao chegar, transforma-se em um hóspede indesejado, que nunca mais será convidado a voltar. Para evitar isso, use o bom senso, procure ser mais gentil que de hábito e siga algumas regras básicas de etiqueta. Como estas:
1) Não chegue de surpresa: antes de viajar, entre em contato com seu anfitrião, pergunte claramente se ele pode recebê-lo no período tal e só bata na porta dele depois de ter combinado os detalhes, até a data da volta. Naturalmente, você a respeitará: não há coisa mais desagradável que hóspede que vem para passar três dias e vai ficando...
2)Leve um presente: uma bebida, um doce típico, um livro ou até um disco de música brasileira, se você souber o estilo que ele mais aprecia
3) Colabore nas despesas: nada de esperar que o dono da casa arque com todos os gastos. Se tiver intimidade, ofereça-se para dividir a conta das compras da casa. Ou, se preferir, observe o que ele costuma consumir e surpreenda-o. Quem quer agir não espera nem fica perguntando, porque o anfitrião pode ficar sem graça e recusar a gentileza. Preparar um jantar típico brasileiro para anfitriões estrangeiros também pega muito bem, desde que se peça a autorização para usar a cozinha
4) Ajude na limpeza: cuidar da arrumação do quarto e não fazer bagunça é regra básica. Mas vá além disso e procure dar uma mãozinha nas pequenas (e aborrecidas) tarefas do dia-a-dia, como tirar a mesa e lavar a louça, sobretudo quando não há empregada na casa
5) Não folgue com o chuveiro: a maior parte dos europeus não cultiva o hábito de tomar longos banhos todos os dias. Aborde o assunto com delicadeza. Você pode oferecer uma contribuição para o pagamento da taxa de água, que é muito alta
6) Não peça emprestado: leve xampus, hidratantes, cremes de barbear ou artigos de maquiagem e só use o que for seu
7) Não se pendure no telefone: é aconselhável não dar o número dele para os outros sem permissão prévia. Interurbanos estão banidos, exceto se forem a cobrar
8) Respeite os horários da casa: horários de chegada e saída, assim como as chaves da casa, devem ser negociados previamente com o anfitrião
9) Reponha as perdas: procure respeitar as bebidas e comidas do anfitrião. Só tome um vinho se tiver certeza de poder colocar de volta outro com a mesma qualidade. A mesma regra se aplica a tudo o que você estragar, por azar ou inépcia
10) Não deixe rastros: no fim da visita, cheque tudo. Se você quer preservar o amigo e voltar nas próximas férias, reserve o último dia para deixar a casa dele limpa, com as luzes e o gás desligados, a geladeira livre de comida perecível e o lixo do lado de fora
11) Dê um presente para a dona da casa e, com discrição, uma boa caixinha para a empregada. O ideal é de 15 a 20 reais por dia



Escrito por Ana Paula Ippolito às 18h51
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DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA NEMORES

Quais documentos são necessários para menores viajarem pelo Brasil?
Com um dos pais, não é preciso autorização - mesmo em caso de pais separados. Se a viagem for realizada com avós, tios ou irmãos aí sim é preciso autorização judicial para menores de 12 anos. A criança deve portar ainda certidão de nascimento ou RG original ou cópia autenticada, e os acompanhantes, um documento que comprove o parentesco. Se o menor for viajar com terceiros, vale a mesma regra das viagens internacionais: documento de identidade e autorização judicial de ambos os pais. Em território nacional, crianças maiores de 12 anos podem viajar sozinhas.

E para o exterior?
Antes de viajar ao exterior é preciso checar, para os países que exigem visto, a partir de que idade ele é necessário. Se a viagem for realizada com apenas um dos pais, é necessário a autorização com firma reconhecida do outro. Para viagens com parentes, além do passaporte, é preciso autorização por escrito dos pais com firma reconhecida em cartório. Para viajarem sozinhos ou com terceiros, as crianças menores de 12 anos devem portar documento de identidade e autorização judicial de ambos os pais. Maiores de 12 anos não precisam de autorização para viajarem com terceiros, mas se embarcar sozinho, o adolescente precisa de autorização de ambos os pais.

Como tirar o passaporte?
Assim como para os adultos, é preciso fazer o agendamento online e levar o comprovante de pagamento da GRU. O menor deve estar presente com sua certidão de nascimento original, acompanhado dos pais que devem levar documento de identidade original. É preciso, ainda, preencher o Formulário de Autorização para Obtenção de Passaporte para Menor.

Quais documentos o menor precisa levar para viajar?
O novo passaporte brasileiro, emitido desde 2007, não possui algumas informações de maneira visível (como a filiação, por exemplo). Por isso, é imprescindível que menores e seus acompanhantes levem outros documentos como carteira de identidade e certidão de nascimento para a checagem no posto da Polícia Federal nos aeroportos.

E se algum dos pais ou o responsável não puder ir?
Se não for caso de morte, quando é preciso levar certidão de óbito, quem não puder comparecer terá de assinar o formulário com reconhecimento da firma em cartório, procuração pública específica ou preenchimento do formulário em outra unidade da Polícia Federal, ou repartição consular brasileira no exterior.

E se o pai ou responsável vive em outra cidade ou país?
É possível assinar o formulário, transmitido via fac-símile, ou mensagem eletrônica, Quando se trata de menor de 18 anos, será exigida autorização de ambos os genitores ou do responsável legal, Formulário de Autorização para Obtenção de Passaporte para Menor, salvo nos casos de cessação de incapacidade previstos em lei.

E se nenhum dos genitores puder comparecer?
Neste caso, o menor deve ir com um procurador até a PF e levar procuração pública específica, autorizando a emissão de passaporte outorgada por ambos os genitores. A procuração deve ter prazo de validade de até um ano. Se feita no exterior, deve ser acompanhada de tradução por tradutor juramentado e devidamente consularizada.

Na hora do embarque de avião, é necessário ter autorização judicial?
Não. Se a criança ou adolescente estiver acompanhado de maior de idade e munido com uma autorização com firma reconhecida dos pais ou responsáveis, ele pode viajar. A regra também vale se o menor estiver retornando para casa no exterior, desde que os pais autorizem via fac-símile, ou mensagem eletrônica.

Com apenas um dos pais, é necessária a autorização do outro?
Sim, exceto se for comprovada a impossibilidade material registrada perante uma autoridade policial.

E se o menor estiver desacompanhado dos pais?
Se o menor for embarcar com um parente de até 3º grau (irmãos maiores de 18 anos, tios ou avós) deve apresentar documentos que comprovem o parentesco. Se menores com idades entre 5 e 11 anos forem embarcar com acompanhante sem grau de parentesco, devem apresentar um Documento de Autorização de Viagem, com firma reconhecida em cartório por pai, mãe ou representante legal. Menores com idades entre 12 e 17 anos podem viajar desacompanhados.

Que informações deve conter essa autorização (para o caso do menor viajar sem os pais)?
Além da firma reconhecida, a foto do menor e um prazo de validade definido pelos pais ou responsáveis para a autorização também devem constar no documento. A autorização deve ser impressa em duas vias: uma ficará retida com o a agente da PF, e a outra, deve ser portada pelo menor ou acompanhante durante a viagem. Deve ser anexada ainda uma cópia do documento de identidade do menor, ou termo de guarda ou tutela, na via que será retida pela Polícia Federal.

Viajar de cruzeiro exige algum documento específico?
As crianças ou adolescentes que viajarem acompanhados de maiores de 18 anos devem apresentar uma autorização com firma reconhecida, foto do menor e validade definida pelos pais para viajar. Neste caso, também não é necessária a autorização judicial. O documento deve ser impresso em duas vias, uma para a Polícia Federal e a outra ficará em poder do menor ou acompanhante.

Para viajar de ônibus é necessário uma autorização judicial?
Sim, para o caso de embarque de crianças menores de 12 anos desacompanhadas dos pais ou parentes próximos (irmãos ou tios maiores de 21 anos, avós etc.). A autorização judicial deve ser solicitada em fórum ou no Juizado de Menores. Crianças maiores de 12 anos, devidamente documentadas, viajam normalmente.

 

 

Escrito por Ana Paula Ippolito às 18h29
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Ponte aérea em datalhes. Para você escolher

Matéria do Jornal O Estado de S.Paulo no dia 27 de julho, terça-feira.

São 902 voos semanais, 451 em cada sentido. Ou 144.464 lugares, capacidade de transporte equivalente ao público de três Pacaembus lotados e mais um pouco. Principal trajeto da aviação civil brasileira, a ponte aérea que liga os aeroportos Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio, acaba de ser turbinada.

A colombiana Avianca, que comprou a Ocean Air, lançou na semana passada três novas aeronaves para o trecho. Tirou de circulação os antigos Fokker, substituídos por modelos Airbus A319. Trata-se do mesmo tipo de avião usado pela TAM, mas com diferenças: com menos poltronas, a Avianca aumentou o espaço do passageiro. E caprichou no entretenimento, com telas individuais e séries, que você começa a assistir na hora que quiser.

Para ajudar na escolha do seu próximo voo, reunimos as informações das quatro empresas que operam a ponte aérea - os preços são os de tabela, sem considerar promoções sazonais.

Avianca
avianca.com.br

Voos semanais (ida e volta): 106

Aeronaves: Airbus A319, com 132 poltronas em classe econômica

Cardápio a bordo: refeições quentes. Massas (almoço e jantar), crepes (no café) e sanduíches (nos demais horários). Para beber, água, suco e refrigerante

Milhas acumuladas: entre 1.000 e 1.500 pontos (programa Amigo)

Preço mínimo por trecho: R$ 129

Gol
voegol.com.br

Voos semanais (ida e volta): 396

Aeronaves: Boeing 737-800 SFP, com 184 lugares (econômica)

Cardápio a bordo: nos dias de semana, frios, queijos, geleia, pão, iogurte, suco e café, até 9 horas. Das 17 horas em diante, saladas preparadas com massas, queijos, peito de peru e vegetais - às sextas-feiras, a opção são pequenas porções de receitas internacionais. Nos demais horários e no fim de semana, cookies e bolachinhas

Milhas acumuladas: de 300 a 1.500 no programa Smiles

Preço mínimo por trecho: R$ 139

TAM
tam.com.br

Voos semanais (ida e volta): 398

Aeronaves: Airbus A319, com 144 assentos em classe econômica

Cardápio a bordo: o café da manhã tem minissanduíches frios, frutas, iogurte, bolo e amendoim. Há sanduíches e pratos quentes das 9h31 às 14 horas. À tarde, pizza, até 31 de agosto, e, das 18h31 em diante, sopas, até 14 de setembro. Além de água, suco e refrigerante, a empresa serve chá, café e, a partir das 9h31, cerveja

Milhas acumuladas: de 300 a 1.500 pontos no Fidelidade TAM

Preço mínimo por trecho: R$ 146

Webjet
webjet.com.br

Voos semanais (ida e volta): 2

Aeronaves: Boeing 737-300, com 148 lugares em classe econômica

Cardápio a bordo: salgados Bauducco, água e refrigerante

Milhas acumuladas: não há

Preço mínimo por trecho: R$ 89.

 

Mais uma

Uma quinta empresa pode estrear na ponte aérea em agosto. A NHT, que opera na Região Sul do Brasil, enviou à Anac o pedido de autorização para começar a voar entre os aeroportos de Congonhas e Santos Dumont. Por enquanto, está previsto um único voo de ida e volta, no sábado. "Não queremos concorrer com as grandes", disse o diretor de Planejamento da empresa, Jeffrey Kerr. Preço de passagem e aeronave usada ainda não foram definidos.

 

 

Escrito por Ana Paula Ippolito às 14h33
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